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Reciclagem dos
metais e metais presentes no corpo humano
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A reciclagem é o
resultado de uma série de actividades, através das quais materiais que se
tornaram lixo são desviados, reunidos, separados e processados para serem
usados como matéria-prima no fabrico de novos produtos.
No processo da
reciclagem dos metais, ocorre inicialmente uma separação dos diferentes
tipos de metais. Em seguida, nas estações de triagem, utiliza-se o
electromagnetismo para os separar. Os resíduos são
depois prensados nas diferentes categorias e são enviados para as unidades
de reciclagem respectivas. Finalmente, em fornos, são fundidos, dando origem
a lingotes, que serão integrados no sector metalúrgico para serem
transformados em objectos variados.
A reciclagem dos
metais e a revalorização dos objectos e dos equipamentos metálicos
reveste-se de uma grande importância, uma vez que os minérios de onde são
extraídos não são renováveis.
Devido às
propriedades dos metais, estes podem ser reciclados com sucesso inúmeras
vezes, uma vez que a estrutura da rede cristalina do metal não se degrada
com as transformações que ocorrem no processo de reciclagem.
Hoje em dia, os
metais são muito utilizados, o que leva a uma maior extracção de minérios.
No entanto, este processo pode acarretar graves problemas, não só a nível
ambiental, como também a nível social e económico.
Os minerais são
compostos em que os metais se encontram na forma iónica e são abundantes na
natureza. Constituem 5 a 6% do corpo humano, podendo dividir-se em metais
essenciais e metais tóxicos ou pesados. Estes últimos incluem não só
elementos não essenciais ao organismo, como o chumbo ou o urânio, mas também
outros que são necessários ao organismo em quantidades reduzidas, como o
cobalto, cobre, magnésio, selénio e o zinco, entre outros.
Os metais tendem
a acumular-se no organismo e todas as pessoas estão expostas a uma
contaminação progressiva.
O alumínio está
presente em quantidades mínimas nos vegetais e nos animais. Pode provocar
obstipação, problemas de pele e amolecimento dos ossos. Encontra-se em
diversos aditivos alimentares e em medicamentos com hidróxido de alumínio.
O alumínio pode
desprender-se das panelas em pequenas quantidades e, assim, chegar aos
alimentos.
O arsénico
acumula-se na pele, cabelo e unhas, e em órgãos internos. Os sintomas
incluem dermatites, fadiga, dores de cabeça e dores musculares. Encontra-se
nos herbicidas, em certos produtos contra as pragas, em fundições de cobre e
na água potável. A sua absorção é muito baixa (menos de 5%) e a maior parte
é eliminada pelas fezes e urina.
Como manter,
então, o equilíbrio e o bom funcionamento do nosso corpo sem excesso ou
escassez dos elementos essenciais?
A resposta é,
evidentemente, muito simples: com uma alimentação equilibrada.
Daniela Fernandes, Filipa
Brito, Jorge Sousa, Ricardo Barros

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